Eu me coloco diante da vida que recebi.
Honro meu pai e minha mãe, a origem do meu corpo e da minha força.
Através deles, a vida chegou até mim inteira, plena, suficiente.
Se algum peso, dor ou doença habita em mim, olho para ele com respeito.
Reconheço que muitas vezes carrego em meu corpo dores que não são minhas, mas que vieram de histórias de amor e de sofrimento da minha família.
Com amor, devolvo aos que vieram antes o que pertence a eles.
E guardo comigo apenas o que é meu, para viver com leveza e responsabilidade a vida que recebi.
Permito que o fluxo da vida siga livre pelas minhas veias, trazendo saúde, vitalidade e equilíbrio.
Recebo minha força da fonte: pai e mãe.
E, nesse movimento, meu corpo encontra paz.
Que a vida em mim floresça, que a saúde em mim se expanda, e que eu possa ser grato por cada batida do meu coração.
Amém.
Honro meu pai e minha mãe, a origem do meu corpo e da minha força.
Através deles, a vida chegou até mim inteira, plena, suficiente.
Se algum peso, dor ou doença habita em mim, olho para ele com respeito.
Reconheço que muitas vezes carrego em meu corpo dores que não são minhas, mas que vieram de histórias de amor e de sofrimento da minha família.
Com amor, devolvo aos que vieram antes o que pertence a eles.
E guardo comigo apenas o que é meu, para viver com leveza e responsabilidade a vida que recebi.
Permito que o fluxo da vida siga livre pelas minhas veias, trazendo saúde, vitalidade e equilíbrio.
Recebo minha força da fonte: pai e mãe.
E, nesse movimento, meu corpo encontra paz.
Que a vida em mim floresça, que a saúde em mim se expanda, e que eu possa ser grato por cada batida do meu coração.
Amém.
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Texto produzido por Débora Mincarone.
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